EPONIMOS ORTOPEDIA

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Across
  1. 4. - Doença ortopédica caracterizada pela necrose avascular idiopática do osso semilunar.
  2. 5. - Classificação para fraturas do úmero proximal fundamentada no número de partes e no desvio dos fragmentos.
  3. 8. - Lesão do labrum glenoidal anteroinferior, lesão essencial na instabilidade anterior traumática do ombro.
  4. 9. - Fratura avulsão na borda anterolateral da tíbia proximal, considerada um sinal radiográfico patognomônico de lesão do LCA.
  5. 12. - Fratura por impactação na região posterossuperior da cabeça umeral, frequentemente associada à luxação anterior do ombro.
  6. 14. - Manobra clínica provocativa utilizada na triagem da Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ) que tenta luxar um quadril instável.
  7. 16. - Epônimo da fratura por explosão do anel do atlas (C1), resultante de carga axial na cabeça.
  8. 17. - Manobra clínica que reduz um quadril previamente luxado, gerando um ressalto tátil característico na avaliação da DDQ.
  9. 18. - Complexo articular tarsometatársico cuja luxação pode apresentar o sinal radiográfico do fleck na base do 2º metatarso.
  10. 19. - Classificação para fraturas do colo do tálus, essencial para predizer o risco de necrose avascular do corpo talar.
  11. 20. - Contratura isquêmica grave que representa a sequela clássica de uma síndrome compartimental não tratada no antebraço.
Down
  1. 1. - Ângulo radiográfico do calcâneo que frequentemente se apresenta achatado ou invertido nas fraturas intra-articulares.
  2. 2. - Teste clínico provocativo essencial para o diagnóstico da tenossinovite estenosante de De Quervain.
  3. 3. - Classificação baseada no modelo das três colunas para avaliar a estabilidade das fraturas toracolombares.
  4. 6. - Classificação clássica que orienta o tratamento das fraturas supracondilianas do úmero em crianças.
  5. 7. - Método considerado padrão-ouro mundial, baseado em manipulações e gessos seriados, para o tratamento do pé torto congênito.
  6. 10. - Sistema de classificação mais utilizado para o planejamento cirúrgico das fraturas do planalto tibial.
  7. 11. - Triângulo radiográfico formado pela elevação abrupta do periósteo, clássico de tumores ósseos malignos como o osteossarcoma.
  8. 13. - Sarcoma ósseo maligno agressivo em crianças, com padrão radiográfico clássico de reação periosteal em casca de cebola.
  9. 15. - Fratura da margem anterolateral da tíbia distal, comum em adolescentes devido ao fechamento assimétrico da fise distal da tíbia.