Erliquiose canina (ELF)

1234567891011121314151617181920
Across
  1. 1. Estrutura intracelular em formato de amora visível no citoplasma de leucócitos infectados.
  2. 5. Órgão hematopoiético que pode sofrer hipoplasia ou aplasia na fase crônica da erliquiose.
  3. 6. Vetor biológico e principal transmissor da erliquiose para os cães.
  4. 11. Método de diagnóstico que detecta anticorpos contra o patógeno no soro sanguíneo.
  5. 12. Tipo de transmissão que ocorre através da picada de um artrópode infectado.
  6. 13. Aumento de tamanho dos linfonodos, sinal clínico frequente na fase aguda.
  7. 14. Tipo de leucócito predominantemente parasitado pela Ehrlichia canis.
  8. 15. Vacúolo celular onde a bactéria se aloja e se multiplica sem sofrer ação dos lisossomos.
  9. 16. Corpúsculo que representa a forma extracelular e infectante da bactéria.
  10. 19. Redução global no número de glóbulos brancos que pode ser observada no hemograma.
  11. 20. Antibiótico de eleição (da classe das tetraciplinas) utilizado para o tratamento da erliquiose.
Down
  1. 2. Diminuição de hemácias ou hemoglobina, comum devido à supressão medular ou hemólise.
  2. 3. Corpúsculo que representa a forma intracelular e replicativa da bactéria.
  3. 4. Fase em que o cão não apresenta sintomas evidentes, mas mantém a infecção latente no baço.
  4. 7. Fase inicial da doença caracterizada por febre, apatia, anorexia e esplenomegalia.
  5. 8. Aumento do tamanho do baço, frequentemente detectado na palpação ou ultrassom.
  6. 9. Fase tardia e severa da doença que pode evoluir com hipoplasia medular severa.
  7. 10. Termo médico para a redução acentuada de plaquetas no sangue, achado clássico da doença.
  8. 17. Pequenas manchas vermelhas na pele ou mucosas decorrentes de hemorragias capilares por baixa de plaquetas.
  9. 18. Exame molecular padrão-ouro que detecta o DNA da bactéria na amostra de sangue.