Across
- 2. Definida como estado de humor desconfortável, apreensão negativa em relação ao futuro e inquietação interna desagradável. Inclui manifestações somáticas, fisiológicas e manifestações psíquicas.
- 3. É um estado patológico de atenção instável e móvel, com dificuldade em manter o foco e tendência a se desviar facilmente.
- 5. Atividade psicomotora coordenada, mas estranha a personalidade. Natureza mais psicogênica, sendo produzido por fortes fatores emocionais. Há atos incongruentes, extravagantes, em contradição com a educação, as opiniões ou a conduta habitual do sujeito acometido - todavia quase nunca graves (2 palavras!).
- 7. Critério de normalidade falho e precário, não define o que o que é, mas sim o que não é (3 palavras!).
- 8. Critério de normalidade que diz que normal é aquilo que se observa com maior frequência, mas nem tudo que é frequente é saudável/normal.
- 9. Ciência dos signos - não se restringe a medicina, psiquiatria e psicologia. Estudo dos sinais.
- 12. O estudo dos sinais e sintomas dos transtornos mentais (2 palavras!).
- 15. Humor patológico maníaco, seja em euforia (alegria patológica) ou em elação (sensação de grandeza e poder).
- 17. É a perda completa da consciência, o grau mais profundo de rebaixamento de seu nível. Não é possível qualquer atividade voluntária consciente (4° grau).
- 18. São medos determinados psicopatologicamente, desproporcionais e incompatíveis com as possibilidades de perigo real oferecidas pelos desencadeantes - entrar em contato com o objeto desencadeia crise de ansiedade.
- 20. Caracterizado por referir-se a um objeto mais ou menos preciso, diferencia-se da ansiedade e da angústia, que não se referem a objetos precisos. É uma característica universal de muitas espécies animais e do ser humano.
- 23. Humor patológico depressivo.
- 24. Fenômeno elementar gerado por estímulos físicos, químicos ou biológicos variados, originados fora ou dentro do organismo, que produzem alterações nos órgãos receptores, estimulando-os.
- 25. Capacidade de situar-se quanto a si mesmo e quanto ao ambiente.
- 26. União da sensação e percepção, ou seja, experiência sensorial e atribuição de significado.
- 27. Relacionado com o conteúdo dos sintomas, mostrando como isso está ligado com a vida e cultura de um indivíduo.
- 31. É um estado de marcante e profunda turvação da consciência, de sonolência intensa, da qual o indivíduo pode ser despertado apenas por um tempo muito curto, por estímulos muito enérgicos, do nível de uma dor intensa (3° grau).
- 32. É um grau mais acentuado de rebaixamento da consciência. O paciente está evidentemente sonolento; responde ao ser chamado apenas de forma enérgica e, depois, volta ao estado de sonolência evidente - ainda apresenta traços de crítica e pudor (2° grau).
- 33. Sensações táteis desagradáveis (embora não sentidas propriamente como dor), em geral espontâneas, descritas pelos pacientes como “formigamentos, adormecimentos, picadas, agulhadas ou queimação” mais ou menos intensas.
- 34. Relaciona-se diretamente à sensação de aperto no peito e na garganta, de compressão, de sufocamento. Assemelha-se muito à ansiedade, mas tem conotação mais corporal e mais relacionada ao passado.
- 37. Tipo de orientação alopsíquica: quanto ao local onde o sujeito está no momento.
- 40. Estado de vigília (vigilância), ou seja, o indivíduo tem clareza do sensório.
- 41. Relacionado com a forma dos sintomas, diz respeito em como os sintomas se formam e se estruturam.
- 44. Distorção da atenção, memória, tempo, pensamentos, decisões, sensopercepção e as demais funções por uma carga afetiva intensa.
- 49. São crises agudas e intensas de ansiedade, acompanhadas por medo intenso de morrer ou de perder o controle e de acentuada descarga autonômica (taquicardia, sudorese, etc).
- 51. Dimensão psíquica que dá cor, brilho e calor a todas as vivências humanas. Sem ela, a vida mental torna-se vazia, sem sabor.
- 53. É a incapacidade total ou parcial de obter e sentir prazer com determinadas atividades e experiências da vida - geralmente ocorre junto com a apatia.
- 54. É a percepção deformada de um objeto real e presente no ambiente.
- 56. Tipo de atenção: habilidade de prestar atenção em mais de um estímulo ou atividade ao mesmo tempo.
- 58. Tipo de atenção: capacidade de focar em um estímulo específico enquanto ignora distrações.
- 60. Compreensão do próprio estado mental.
- 61. Mais comum alteração da atenção; Perda básica da capacidade de concentração; Fatigabilidade aumentada - dificuldade de perceber estímulos ambientes e de compreensão.
- 62. Critério de normalidade pelo conceito da WHO 1946 “completo bem-estar físico, mental e social”, utópico e amplo (não esqueça do "-").
Down
- 1. Em relação à sensopercepção, é observado em alguns pacientes com depressão grave (percepção enfraquecida).
- 2. A percepção clara e definida de um objeto (voz, ruído, imagem) sem a presença de objeto estimulante real - Simples e Complexas.
- 4. Tipo de atenção: capacidade de mudar o foco de atenção entre diferentes tarefas.
- 6. Direção da consciência, o estado de concentração da atividade mental sobre determinado objeto.
- 10. Sensações anômalas, em geral dolorosas, desencadeadas por estímulos externos; assim, ao estimular a pele do paciente com calor, este refere sensação de frio (2 palavras!).
- 11. Tipo de orientação alopsíquica: percepção do tempo e da sequência de intervalos temporais.
- 13. Surge em um contexto sociocultural e adquire significado ao ser nomeado.
- 14. Engajamento no tratamento após reconhecer o transtorno.
- 16. Sim ou não: pacientes organizados (mentalmente) - entrevista mais aberta, “conte sua história”.
- 18. Critério de normalidade em que o fenômeno é considerado patológico a partir do momento que é disfuncional e produz sofrimento.
- 19. Fragmentação ou a divisão do campo da consciência, ocorrendo perda da unidade psíquica comum do ser humano, pode ser em casos de histeria (3 palavras!).
- 21. Critério de normalidade utópica, pautada em critérios socioculturais, ideológicos, dogmáticos e doutrinários.
- 22. Total perda da capacidade de atenção.
- 23. Estado de atenção exacerbada e infatigabiliade.
- 28. Tipo de orientação: diz respeito à capacidade de orientar-se em relação ao mundo, isto é, quanto ao espaço.
- 29. Sim ou não: nos primeiros contatos com pacientes muito tímidos, ansiosos ou paranoides, deve-se fazer primeiro perguntas assertivas, indo direto ao assunto para evitar mal entendidos.
- 30. Alteração de humor com aspecto infantil, simplório e regredido (indivíduo ri ou chora por motivos banais).
- 35. Tipo de atenção: habilidade de manter a atenção em uma tarefa por um longo período.
- 36. Estado patológico transitório no qual uma obnubilação leve da consciência, surgem e desaparece de forma abrupta, pode ocorrer atos violentos seguidos por amnésia lacunar (2 palavras!).
- 38. Tomada de consciência, pelo indivíduo, do estímulo sensorial.
- 39. Alegria boba ou ingênua.
- 42. Tipo de orientação: aquela do indivíduo em relação a si mesmo (nome, idade, profissão...).
- 43. Condição na qual percepção encontram-se anormalmente aumentadas em sua intensidade ou duração.
- 45. É a diminuição da excitabilidade emocional. Os pacientes queixam-se de não poder sentir nem alegria, nem tristeza, nem raiva, nem nada.
- 46. É o termo que designa a alteração básica do humor, tanto no sentido da inibição como no sentido da exaltação.
- 47. Sim ou não: pacientes desorganizados, com nível intelectual baixo, em estado psicótico ou paranoide, “travados” por alto nível de ansiedade - entrevistador fala mais, perguntas mais fáceis, entrevista estruturada.
- 48. Diz respeito à distimia acompanhada de uma tonalidade afetiva desagradável, mal-humorada.
- 50. Turvação da consciência ou sonolência patológica leve. Trata-se do rebaixamento da consciência em grau leve a moderado - lentidão de compreensão e dificuldade para integrar informações (1° grau).
- 52. Sinal que aponta diretamente para uma disfunção orgânica ou psíquica.
- 55. O recheio daquele sintoma, ou seja, aquilo que o preenche.
- 57. Termo atual mais adequado para designar a maior parte das síndromes confusionais agudas - uma das síndromes mais frequentes na prática clínica, principalmente em pacientes com doenças somáticas e idade avançada.
- 59. Estrutura básica daquele sintoma, aquilo que é comum entre a maioria dos pacientes e das sociedades.
